quinta-feira, 6 de março de 2008

Fifa faz acordo com Brasil contra pirataria

A Copa do Mundo no Brasil vai acontecer somente daqui a sete anos. Mas a Fifa já começa a controlar todo o uso de sua marca ou do logotipo do Mundial no País, numa luta aberta contra a pirataria e a utilização irregular de imagem em produtos. Ontem, a entidade mácima do futebol mundial assinou um acordo com o governo brasileiro, através do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), para garantir que seu logo e a marca da Copa do Mundo de 2014 não sejam usados sem sua autorização ou por empresas que não tenham desembolsado milhões para poder estampá-los em seus produtos. O entendimento prevê um auxílio ao Brasil na luta contra o uso ilegal do nome da entidade, inclusive com ações previstas pela polícia nos portos e aduanas.A entidade que comanda o futebol mundial garante, porém, que a meta não será apenas punir empresas que usem a marca da Fifa, mas atuar na prevenção também. Com o acordo, o INPI fica informado das empresas que podem registrar marcas com menções à Copa ou à Fifa. Pelas regras da Fifa, apenas um número limitado de empresas têm o direito de usar o slogan da Copa: Adidas, Budweiser, Coca-Cola, Sony, Emirates, Hyundai, Visa e McDonald´s. Patrocinadoras oficiais do evento, elas são as únicas que podem se utilizar do logotipo, do mascote e da imagem do troféu em seus comerciais.

Vasco

Candidato da oposição à presidência do Vasco, o ex-jogador Roberto Dinamite começou ontem a intensificar os contatos com eleitores e assessores visando à nova eleição que deverá ser realizada até abril para a escolha do presidente do clube. A eleição de novembro de 2006, que manteve Eurico Miranda no poder, foi anulada logo depois, por causa de fraudes, e o grupo de Eurico recorreu> Na terça-feira, a 8ª Câmara do Tribunal de Justiça do Rio decidiu que novo pleito deve ser realizado em até 30 dias após a publicação da sentença no Diário Oficial.

Corinthians

O Coritnthians assinou ontem uma carta de intenções para a construção de seu estádio com a empresa de engenharia mineira Egesa. O documento tem validade até 30 de abril, e a parceira se comprometeu a apresentar até esta data o terreno e a carta de crédito para erguer a arena, em valor que deve ultrapassar os R$ 350 milhões. Em contrapartida, ganhou uma garantia do clube de que não comprará um imóvel à toa.

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